terça-feira, 29 de setembro de 2015

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

terça-feira, 30 de abril de 2013

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Aulas particulares



Aulas particulares


 Contatos:
@violonistica   email:sonoridadeviolonistica@gmail.com
             fone:(85)8520.0595

Violonistica Instrumental

sábado, 29 de outubro de 2011

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Teoria musical Básica --A música

O QUE É MÚSICA?

QUANDO JUNTAMOS OS SONS E OS COMBINAMOS, TEMOS A MÚSICA. A MÚSICA,
ENTÃO, É COMBINAÇÃO DE SONS MUSICAIS.
Dizemos que a MÚSICA É UMA ARTE. Arte é algo que fazemos onde manifestamos sentimentos (tristeza, amor, gratidão, louvor, etc.). Nossos hinos são exemplo disso: temos hinos tristes, hinos alegres, etc.

A MÚSICA TEM TRÊS PARTES: MELODIA, HARMONIA E RÍTIMO.
1.MELODIA: QUANDO TOCAMOS SONS UM DEPOIS DO OUTRO (UMA NOTA DEPOIS DA OUTRA) TEMOS A MELODIA DA MÚSICA. QUANDO CANTAMOS, POR EXEMPLO, ESTAMOS FAZENDO UMA MELODIA, POIS NÃO HÁ QUEM CONSIGA CANTAR DOIS SONS AO MESMO TEMPO.

2.HARMONIA: QUANDO TOCAMOS MAIS DE UM SOM AO MESMO TEMPO, TEMOS A HARMONIA. UMA ORQUESTRA TOCANDO FAZ UMA HARMONIA. DUAS PESSOAS CANTANDO TAMBÉM É EXEMPLO DE HARMONIA( É
IMPORTANTE SABER QUE TEM QUE EXISTIR UMA COMBINAÇÃO ENTRE OS
SONS TOCADOS OU CANTADOS PARA QUE SE TENHA UMA HARMONIA).

3.RÍTIMO: COMBINANDO SONS DE VALORES (DURAÇÕES) DIFERENTES, TEMOS O RÍTIMO. ASSIM FAZEMOS UM RÍTIMO JUNTANDO SONS DE VÁRIOS TAMANHOS.

Teoria musical Básica --O Som

O  SOM

O som é tudo aquilo que podemos ouvir (um assovio, uma musica, o barulho de um carro e outras coisas, tudo isso é som, pois conseguimos ouvir). Existem dois tipos de som: som musical e som não-musical.
SOM MUSICAL É AQUELE QUE É AGRADÁVEL AO OUVIDO, UM SOM REGULAR E QUE
PODEMOS ESCREVER. As notas musicais são exemplo de som musical. Um instrumento
tocando também é som musical.
SOM NÃO-MUSICAL É AQUELE QUE NÃO PODEMOS ESCREVER, POIS É IRREGULAR, É DESAGRADÁVEL AO OUVIDO, SÃO OS RUÍDOS, OS BARULHOS. A buzina de um carro é um som não-musical, assim como o barulho de um objeto caindo, alguma coisa sendo arrastada, uma batida na mesa, etc.
PROPRIEDADES DO SOM
O som tem quatro propriedades (partes do som). Elas são: altura, duração, intensidade
e timbre.
1.ALTURA DO SOM É O QUE DIZ SE ELE É AGUDO OU GRAVE.
AGUDO É O SOM MAIS FINO COMO, POR EXEMPLO, A VOZ DE UMA MULHER. GRAVE É O SOM MAIS GROSSO COMO A VOZ DE UM HOMEM. Na música, o que é mais agudo (mais fino) dizemos que é mais ALTO. O som mais grave (mais grosso) dizemos que é mais BAIXO.
2. DURAÇÃO DO SOM É O QUE DIZ SE ELE É LONGO OU CURTO (É O TEMPO QUE
DURA O SOM)
QUANDO BATE O SINAL DA AULA TEMOS UM SOM LONGO, DURA MAIS TEMPO. UM
SOM CURTO PODE SER UM ESTALAR DE DEDOS.
3. INTENSIDADE É A FORÇA QUE O SOM É TOCADO: O SOM PODE SER FORTE OU
FRACO. INTENSIDADE É O VOLUME DO SOM.
UM EXEMPLO DE SOM FORTE É A BUZINA DE UM CAMINHÃO, UM SOM FRACO PODE
SER O SOM DO RELÓGIO.

terça-feira, 31 de maio de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

Atirei o pau no gato instrumental



Resolvi gravar este vídeo para mostrar que no contexto harmônico uma música simples pode ficar sofisticada

domingo, 24 de abril de 2011

sábado, 19 de março de 2011

Acordes diminutos

fórmula de formação dos acordes(com 3 notas) tem por base a I, III e V de cada escala correspondente, o diferencial esta nos respectivos intervalos.

Para formar os ACORDES DIMINUTOS, o intervalo entre a “I”(primeira) e a “III”(terceira), é de 1tom e meio e entre a “III”(terceira) e “V”(quinta), também é de 1tom e meio. Mais uma vez vamos somar os intervalos.


A ditância entre a “I”(primeira) e a “III”(terceira) tem que ter 1tom e meio. Então soma-se: DÓ# + + MIb = 1tom e meio. Fica sendo a “III”(terceira), um MIb.


A distância entre a “III”(terceira) e a “V”(quinta) também tem que ter 1tom e meio. Então soma-se: MI + + SOLb = 1tom e meio. Fica sendo a “V”(quinta) a nota SOLb.

Veja a sequência de todos os acordes diminutos:

.: Acorde ““(dó com diminuta) :.


.: Acorde ““(ré com diminuta) :.


.: Acorde ““(mi com diminuta) :.


.: Acorde ““(fá com diminuta) :.


.: Acorde ““(sol com diminuta) :.


.: Acorde ““(lá com diminuta) :.


.: Acorde ““(si com diminuta) :.


Esse assunto sobre formação de acordes é muito importante e rico em detalhes, tem alguns detalhes que estão sendo omitidos propositalmente para que você “aprenda por partes“. Nos próximos artigo vamos aprender a formação dos ACORDES AUMENTADOS.
…Ter bastante entusiasmo, significa “estar cheio de Deus“. Tenha bastante entusiasmo que você aprenderá com maior facilidade…


Qualquer dúvida entre em contato deixando sua mensagem ou pelo email:sooridadeviolonistica@gmail.com

quinta-feira, 10 de março de 2011

Campo Harmonico

Campo Harmônico Maior:
Exemplo em DÓ MAIOR
Graus:
I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)
Maior
Natural
(jônio)
C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)
Dica: O sétimo grau também é conhecido como "meio-diminuto".
Campo Harmônico Menor:
Exemplo em LÁ MENOR
Graus:
Im7 IIm7(b5) bIII7M IVm7 Vm7 bVI7M bVII7
Menor
Natural
(eólio)
Am7 Bm7(b5) C7M Dm7 Em7 F7M G7
Graus:
Im7M IIdim bIII7M(#5) IVm7 V7 VI7M VIIdim
Menor
Harmônico
Graus:
Am7M Bdim C7M(#5) Dm7 E7 F7M G#dimIm7M IIm7 bIII7M(#5) IV7 V7 #VIdim VIIdim
Menor
Melódico
Dicas:
Am7M Bm7 C7M(#5) D7 E7 F#dim G#dim
abertos (dão uma sonoridade diferente).
Aplique também em outras tonalidades. Experimente inverter os acordes, usar acordes
um simples
Um simples acorde E7/A pode ser um A7M(9) e vice-versa. Um Bm7(b5) pode substituirG7(9) com a primeira inversão.
acima, mantendo a mesma posição dos dedos. Ou seja, um
Os acordes diminutos podem ser invertidos apenas subindo o acorde um tom e meioF(dim) transforma-se em
Ab(dim)
e B(dim).
regiões diferentes.
Os acordes aumentados (5#) também são simétricos, mantendo a mesma formação em
pensou em fazer um arpejo de
Observe os acordes, eles oferecem várias possibilidades de serem executados. Você jáEm7 sobre um C7M?
Campo Harmônico menor
Cm (Maj7)
Dm7b5 (6)
E(5#)
Fm7 (4#)
G(9b/6b)
Amaj7(9#/11#)
Bdim (alt6)

Segue abaixo o campo harmônico maior e menor.Qualquer dúvida é só entrar em contato

CAMPOS HARMÔNICOS


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

Construindo escalas

Escala Musical: Ordenação sucessiva de sons a intervalos não maiores que uma segunda. Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, de Blues, de música barroca, etc.

Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.

A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.

Exemplo:

Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.

I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos

obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.

Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)

Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo.

Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B).

E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido.

Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom.

É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.

Vejamos a escala de D:

I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2


Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.

Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G).

Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.

Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.

Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso específico ambos são sustenidos.

Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.

É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
Um grande abraço