segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Construindo escalas
Escala Musical: Ordenação sucessiva de sons a intervalos não maiores que uma segunda. Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, de Blues, de música barroca, etc.
Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Exemplo:
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo.
Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B).
E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom.
É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2
Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G).
Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso específico ambos são sustenidos.
Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Exemplo:
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo.
Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B).
E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom.
É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2
Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G).
Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso específico ambos são sustenidos.
Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
Um grande abraço
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Campo Harmonico
Atendendo aos 700 pedidos de alunos que ja conhecem os intervalos estou colocando o assunto mais solicitado.
Qualquer dúvida escrevam para sonoridadeviolonistica@gmail.com
Noção de Campo Harmônico
Campo Harmônico nada mais é do que todos os acordes possíveis de serem construídos a partir das notas de uma determinada escala.
Como já vimos os acordes (tríades e tétrades) são formados por saltos de terça.
A sobreposição destas terças gera as notas que formam desde o acorde mais básico ao mais complexo.
Vamos harmonizar a escala de Dó maior, por exemplo:
C D E F G A B C
Esta escala tem uma série de tons e semitons que separam suas notas.
Esta escala possui 7 notas. Se pensarmos um pouco, deduziremos que cada uma dessas notas podem servir de Tônica para um novo acorde desta escala. Em outras palavras, de cada nota da escala maior ira sair um acorde.
Então teoricamente teremos um acorde saindo de C outro de D outro de E, e assim por diante...Resta saber que acorde que é esse. Para isso iremos usar os intervalos para classificar os acordes.
C D E F G A B C
Pegando o C como tônica temos E como sendo sua terça direta, G como sendo a terça da nota E e B como sendo a terça da nota G (Como já vimos uma terça maior corresponde à distancia de 2 tons, e uma terça menor corresponde à distancia de 1 tom e meio)
Obtemos isso: C E G (B)
Percebemos então que se Dó é a tônica Mi é uma terça maior e o Sol é a quinta justa do Dó. O Si é uma sétima maior de Dó (O Si esta entre parênteses, pois o acorde sem ele é uma tríade, com ele é um acorde de sétima ou tétrade). Então constatamos que o acorde que sai da primeira nota é um acorde maior (C7M). Ai vem a pergunta: E isso só vale pra Dó? Não...pois como todas as escalas maiores são geradas a partir da mesma formula (T-T-ST-T-T-T-ST) as distancias entre as notas sempre serão as mesmas.
Exemplo em A maior
T T ST T T T ST
A B C# D E F# G# = A C# E G#
C D E F G A B = C E G B
Continuando a idéia de obter os acordes a partir de cada nota da escala iremos obter as seguintes notas para cada tônica.
Escala de C: C D E F G A B C
As notas empilhadas ficam assim:
GRAUS | ESCALAS | |||||||
1º | DÓ | RÉ | MI | FÁ | SOL | LÁ | SI | DÓ |
3º | MI | FÁ | SOL | LÁ | SI | DÓ | RÉ | MI |
5º | SOL | LÁ | SI | DÓ | RÉ | MI | FÁ | SOL |
7º | SI | DÓ | RÉ | MI | FÁ | SOL | LÁ | SI |
NOMES | DÓ COM SÉTIMA MAIOR | RÉ MENOR COM SÉTIMA MENOR | MI MENOR COM SÉTIMA MENOR | FÁ COM SÉTIMA MAIOR | SOL MAIOR COM SÉTIMA MENOR | LÁ MENOR COM SÉTIMA MENOR | SI MENOR C/ QUINTA MENOR E SÉTIMA MENOR | * |
Com isso obtemos os seguintes acordes
C[7M] - Dm[7] - Em[7] - F[7M] - G[7] - Am[7] - Bm(b5)[7]
As notas entre colchetes são as sétimas que podem ser inseridas ou não no acorde ao seu critério.
Como todas as escalas maiores são obtidas com a mesma formula, todas as notas estão separadas pelos mesmos intervalos e por isso a harmonização de qualquer tom é feito da mesma maneira.
Como exercício faça a harmonização da escala maior em todos os tons, você constatará o que afirmamos acima.
Exemplo em A Maior
A[7M] - Bm[7] - C#m[7] - D[7M] - E[7] - F#m[7] - G#m(b5)[7]
E na verdade vamos chamar cada um dos acordes de graus da escala. Cada grau tem uma função importante dentro do contexto tonal, falaremos mais tarde sobre isto. Os graus são escritos em forma de números romanos
I[7M]- IIm[7]- IIIm[7]- IV[7M]- V[7]- VIm[7]- VIIm(b5)[7]
Analisando os resultados terminamos com as formulas mencionadas anteriormente, ou seja:
Acorde maior - tônica (I) + terça maior (IIIM) + quinta justa (VJ)
Acorde menor - tônica (I) + terça menor (IIIm) + quinta justa (VJ)
Acorde meio diminuto - tônica (I) + terça menor (IIIm) + quinta diminuta (Vo).
Este mesmo esquema utilizado na confecção de acordes permite que se discuta a noção de campo harmônico. Observe que construímos uma seqüência de acordes com as notas que formam a escala de C. Esta seqüência de 7 acordes, que contem 3 acordes maiores, 3 menores e 1 diminuto, é a seguinte:
C Dm Em F G Am Bo
Este conjunto forma o que se denomina campo harmônico, no caso o de C. O importante nisto é que os acordes de um mesmo campo harmônico soam harmonicamente quando tocados uns com os outros, e assim as musicas são construídas. Para fazer uma musica em Dó maior, estes serão os acordes que vc utilizará.
Para fixar bem este conteúdo, escreva o campo harmônico da escala maior de todos os tons.
Depois escreva o campo harmônico da escala menor em todos os tons.
Sonoridadeviolonistica@gmail.com
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O que são acordes?
Respondendo ao email de Rômulo Santiago de Minas Gerais.
Existe uma grande diferência entre nota e acorde.
Nota é o som por excelência tocado unicamente.
Já os acordes são 3 ou mais notas tocadas ao mesmo tempo. Os acordes mais simples são formados por apenas 3 notas (tríades).Para compreendê-las melhor estou levando em consideração que você conheça os intervá-los.
- O acorde “Maior” é formado pelas notas dos graus 1, 3 e 5. Assim, o acorde de C maior (C) é formado pelas notas C, E e G.
- O acorde “Menor” é semelhante ao Maior, porém a nota do grau 3 é reduzida em meio tom. Assim, o acorde de C menor (Cm) é: C, Eb e G.
- O acorde “Diminuto” é semelhante ao Menor, porém a nota do grau 5 também é reduzida em meio tom. Assim, o acorde C Diminuto (Cdim) é: C, Eb e Gb.
- O acorde “Aumentado” é semelhante ao Maior, porém a nota do grau 5 é aumentada em meio tom. Assim, o acorde C Aumentado (C+) é: C, E e G#.
- O acorde com 7ª (também chamado “Dominante”) é feito adicionando-se a nota do grau 7b ao acorde original. Assim o C com 7ª (C7) é: C, E, G e Bb. Este tipo de acorde é o mais encontrado no Blues, Rock, Country e Pop.
Qualquer dúvida enviar perguntas para sonoridadeviolonistica@gmail.com
acesse:www.youtube.com/tarcianoalbano
Cuidados com o violão parte 1
Respondendo aos inúmeros emails ,de internautas sobre cuidados com o violão, resolvi dividí-los em partes.
Estes primeiros são básicos.Entre eles:
Estes primeiros são básicos.Entre eles:
- Nunca leve o seu violao na mala do carro. Além de balançar muito existe o problema da alta temperatura que influencia e MUITO na madeira(podendo empená-la);
- Ao apoiá-lo na parede, coloque-o com o tampo virado para parede assim a tensão das codas será amenizada;
- Jamais guarde sob a cama. O local acumula muita poeria e volta o problema da temperatura alta;
- Nunca exposto ao sol ou chuva;
- Se guardado por muito tempo, desafine-o, pelo menos, 1 tom e 1/2. Assim a pressão das cordas no braço será quase 0;
- Limpe-o somente com flanela seca. Nunca com abrasivos como cera, pasta de polir. Isso pode, com o tempo, infiltar na madeira mudando significativamente o som ;
- Procure sempre deixar a tensão das cordas mais baixa possível, assim ele tera uma pegada "macia".
terça-feira, 12 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Campanha:Dê o nome a banda!
Ola!
Este grupo musical ,que toca Música Popular Brasileira,cuja temática são os temas de novelas ,está precisando de um nome que possa traduzir por si só, a proposta de levar o melhor da nossa musicalidade
nacional.Por isso estamos com a campanha: dê o nome a sua banda!
Queremos que você nos ajude a encontrar um nome bacana que leve simplicidade e sofisticação.
Ao criativo, da sugestão escolhida, será dada a oportunidade de animar seu evento com uma apresentação gratuita e de qualidade.
Um grande abraço a todos!
Mandem as sugestões para o email:sonoridadeviolonistica@gmail.com
Este grupo musical ,que toca Música Popular Brasileira,cuja temática são os temas de novelas ,está precisando de um nome que possa traduzir por si só, a proposta de levar o melhor da nossa musicalidade
nacional.Por isso estamos com a campanha: dê o nome a sua banda!
Queremos que você nos ajude a encontrar um nome bacana que leve simplicidade e sofisticação.
Ao criativo, da sugestão escolhida, será dada a oportunidade de animar seu evento com uma apresentação gratuita e de qualidade.
Um grande abraço a todos!
Mandem as sugestões para o email:sonoridadeviolonistica@gmail.com
domingo, 11 de julho de 2010
Palestra dom e vontade
"....conheço muita gente que possui dom para tocar instrumento.Conheço pessoas que são inteligentíssimas tocando nas igrejas,na noite e não desenvolvem a técnica.Também conheço pessoas que não nasceram com o dom músical, nem são tão inteligentes porém possuem garra,disciplina e determinação.O que quero dizer com isso é que na música como em tudo na vida a vontade de querer aprender e fazer prevalece a inteligência e ao dom.
Tive muitos alunos que desistiram na quarta aula.Outros que se quer começaram a estudar e tinham um futuro brilhante.Por outro lado tenho quatro alunos que nunca tiveram dom para música mas sua persistência,disciplina e zelo em aprender ,as noites perdidas estudando os fizeram tocar muito.Quando falo em tocar muito estou dizendo que tocam para valer . São bons mesmo!
Desbravam o violão como poucos.
Isso é mérito deles pois não existe ótimo professor quando não se quer aprender."
Ótimo seria se pudéssemos unir o dom com a vontade. Isso é tudo que nossos ouvintes merecem ter.
Palestra ministrada por Tarciano Albano,para o mínistério de música, dia 15 de julho de 2008, na comunidade Santa Edvirgens,Vila Velha, fortaleza- Ce
Tive muitos alunos que desistiram na quarta aula.Outros que se quer começaram a estudar e tinham um futuro brilhante.Por outro lado tenho quatro alunos que nunca tiveram dom para música mas sua persistência,disciplina e zelo em aprender ,as noites perdidas estudando os fizeram tocar muito.Quando falo em tocar muito estou dizendo que tocam para valer . São bons mesmo!
Desbravam o violão como poucos.
Isso é mérito deles pois não existe ótimo professor quando não se quer aprender."
Ótimo seria se pudéssemos unir o dom com a vontade. Isso é tudo que nossos ouvintes merecem ter.
Palestra ministrada por Tarciano Albano,para o mínistério de música, dia 15 de julho de 2008, na comunidade Santa Edvirgens,Vila Velha, fortaleza- Ce
sábado, 22 de maio de 2010
É melhor ,para quem começa no estudo do instrumento,se dedicar ao improviso em solos rapidíssimos ou ao estudo da harmonia?
Certa vez estive em uma aula de música para o grupo de perseverança da comunidade Shalom e ao terminar de executar a música oração da família, de composição do Pe. Zezinho,o aluno me fez a seguinte pergunta:É melhor para quem começa no instrumento se dedicar mais a improvisação ,com solos rapidíssimos ou ao estudo da harmonia?
Achei a pergunta incrível !
A resposta como sempre é óbvia.Depende muito do objetivo pelo qual se quer desbravar na música.Tudo que se aprende é valido.Eu ,particularmente,vejo o violão não como um simples instrumento e sim como uma mine orquestra.Uma orquestra que está em minhas mãos.Uma vez, tendo esta consciência,entendendo a complexidade que é ter em minhas mãos um universo de possibilidades sonora ,não tenho o direito de reduzi-lo a um ou a outro.....
Como todos sabem sempre gostei de música instrumental.Cresci vendo melodias e harmonias convivendo no mais perfeito casamento .De modo especial, gostaria de atentar para algo gravíssimo .Peço para os que preferem exercitar o bom hábito dos solos que tenham o devido cuidado para não encher o compasso de intermináveis notas e perder ,com isso, a musicalidade.Aconselho a buscarem na beleza da simplicidade a sofisticação que seus ouvintes merecem.
Um grande abraço a todos e até a próxima
sonoridadeviolonistica@gmail.com
Achei a pergunta incrível !
A resposta como sempre é óbvia.Depende muito do objetivo pelo qual se quer desbravar na música.Tudo que se aprende é valido.Eu ,particularmente,vejo o violão não como um simples instrumento e sim como uma mine orquestra.Uma orquestra que está em minhas mãos.Uma vez, tendo esta consciência,entendendo a complexidade que é ter em minhas mãos um universo de possibilidades sonora ,não tenho o direito de reduzi-lo a um ou a outro.....
Como todos sabem sempre gostei de música instrumental.Cresci vendo melodias e harmonias convivendo no mais perfeito casamento .De modo especial, gostaria de atentar para algo gravíssimo .Peço para os que preferem exercitar o bom hábito dos solos que tenham o devido cuidado para não encher o compasso de intermináveis notas e perder ,com isso, a musicalidade.Aconselho a buscarem na beleza da simplicidade a sofisticação que seus ouvintes merecem.
Um grande abraço a todos e até a próxima
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